sábado, 30 de setembro de 2017

Conversas sobre Killing Stalking (1-7)

Temporada 1 - Capítulo 7

TENSÃO! TENSÃO! TENSÃO!

Bum, não faz isso. Não agora. NÃO AGORA! (eu gritando para a tela do computador)

Vemos o senhor misterioso novamente, dessa vez é evidente que rola abuso sexual aí, pelo que o Bum conta ao Sangwoo sobre morar com o tio, concluímos que o titio é um NOJENTO, FDP, DESGRAÇADO, tomara que morra e arda no inferno, era para vc cuidar dele seu merda!!! Com esse tipo de vida sexual, não me surpreende o Bum ser tão louco....PÉRA AÍ! Lembram do primeiro capítulo em que o flash do tio aparece? O Bum justifica o que ele faz como sendo "por amor'.

Isso é importante. O tio do Bum, de alguma forma, convenceu o Bum que o abuso que ele sofre é resultado de amor? Agora sabemos que o Bum relaciona abuso com amor. Isso é importante para entender o Bum e é preocupante, pois o abuso que ele sofre na mão do Sangwoo não vai ter o resultado de "curar" o Bum da sua obsessão, vai, possivelmente, alimentar ainda mais. (Deus o ajude)

Voltando ao capítulo...



Como esperado, Sangwoo estava esperando.

TENSO! TENSO! TENSO!

EU AVISEI, BUM (eu ainda gritando pro computador)

Conversas sobre Killing Stalking (1-6)

Temporada 1 - Capítulo 6

Confissão: Da primeira vez que eu li esse capítulo eu fiquei APAVORADA com a forma que o Sangwoo trata o Bum. 

Na minha cabeça já estava estabelecido que Sangwoo gentil = explosão de violência. Triste foi ler o Bum dizer que o Sangwoo parece ter dupla personalidade, NÃO BUM, não é dupla personalidade, ele não é bonzinho e de vez enquanto fica agressivo, ele é maluco agressivo e as vezes ele age carinhoso quando o convém, pq é isso que psicopatas fazem, mas enfim...

Eu estava tensa, esperando o Sangwoo mostrar o que havia por trás desse comportamento, e já tinha desistido de tentar adivinhar, pq a Koogi não dá esse mole.

E não deu. Ao invés de nos dar logo a conclusão, ela só aumenta a tensão. Aí ela começa a me convencer que é isso mesmo, talvez o Bum tenha despertado algum fetiche no Sangwoo. Quando ele pede para o Bum fazer oral nele eu quase me convenci. Quase.

[então, ... tinha esquecido que o Sangwoo gozava na cara do Bum nesse capítulo..., Sangwoo curte mesmo isso aí, né? (referência ao final da segunda temporada)]

Quase me convenceu, mas aí um tempo passou e mais uma vez o Sangwoo mostra o quanto ele gosta de brincar com o Bum, mas dessa vez eu já estava pensando que talvez não seja só brincar com a cabeça do Bum pelo prazer de torturar ele, mas talvez o Sangwoo esteja realmente testando o Bum, vendo até onde ele pode confiar nele, seria possível que o Sangwoo queira alguém em quem ele possa confiar? 

Momento teoria;
Não sabemos detalhes da infância dele, só algumas coisas, será possível ele ter traumas relacionados à traição? Possívelmente sim. Talvez até com abandono? Na cabeça dele a forma que o pai o trata pode ser abandono, se o pequeno Sangwoo se sentia abandonado, talvez ele esteja mesmo testando o Bum. Esperando pelo pior, mas com um pouco de esperança, que esse maluco obsecado por ele seja a pessoa que não o trairá e nunca o abandonará. 

Sei lá, nesse ponto da série eu não sei de mais nada!!!! rsrsrs

Mentira, eu sei de uma coisa: a Koogi é mestre em criar suspense.

Do momento que o Sangwoo deixa o Bum ficar na cozinha e sai é TENSO! Suor e coração acelerado. Palmas para ela.

Conversas sobre Killing Stalking (1-5)

Temporada 1 - Capítulo 5

Ok... Ainda estamos na montanha russa, mas já começamos lá em cima! Auge da emoção. Sangwoo aterrorizando.

Gosto muito de todo esse plot com a comida envenenada, desde quando o Sangwoo pede para o Bum limpar as caixas onde ele encontra o veneno, podemos ver o tamanho da manipulação do Sangwoo, e o tamanho do sadismo dele, ele planejou tudo isso, ele colocou o veneno para o Bum achar, ele sabe que o Bum vai tentar dar o veneno para ele, ele propositadamente finge que vai comer, e fala para o Bum comer, não com violência, mas com um sorriso no rosto! Ele sorri. O prazer que ele sente em ter colocado o Bum naquela situação é visível.



E o Bum? Ele ainda não vê a profundidade da maldade do Sangwoo e não sei se algum dia ele verá, sinceramente, não sei se o Bum conseguiria aceitar o Sangwoo 100% real, por mais que o Sangwoo se mostre várias vezes em forma 100%, o Bum parece sempre só captar 80%, tem pelo menos 20% bloqueado aí, mas continuando com o capítulo...

Vamos para os momentos onde o shipp começa para as fangirls e fanboys. Tema tenso... ai ai ai

Ok, Bum fica super doente, Sangwoo ajuda ele. Se tirarmos todo o contexto da série é até bonitinho, mas eu não leio toda uma série e consigo tirar uma cena de contexto e julgar ela assim. Então, para mim, essa cena só funciona no contexto do que eu estou lendo e dentro do contexto essa cena serviu para me mostrar algumas coisas sobre nossos personagens principais: 1 - Sangwoo teve uma infância dificil com um pai agressivo e uma mãe passiva, já desconfiava, mas agora é confirmado 2 - Sangwoo é um sádico sexual, mas não é bi, nem gay, 3 - Bum tem uma relação com sexo PROFUNDAMENTE perturbada.

Vamos lá, Sangwoo acabou de matar uma mulher, ele ainda está com a mão suja de sangue fresco quando ele vai "cuidar" do Bum. Confirmando que violência e carinho, para ele, andam de mãos dadas. Ele consegue se abrir com o Bum e falar sobre si mesmo com honestidade, a maioria das pessoas como o Sangwoo não se abrem para não se sentirem inferiores, vítimas etc... não ha a menor possibilidade do Bum fazer ele se sentir assim já que para Sangwoo o Bum é inferior, ele é o forte e o Bum é a vítima. Bum é a mãe. Sangwoo é, as vezes o pai, as vezes o filho.

Bizarro nosso Sangwoo, mas aí vem o Bum e mostra que ele consegue, em alguns aspectos, ser pior, e esse aspecto é o sexual. Bum tem problemas sérios e profundos com sua sexualidade e até o Sangwoo se assusta com ele. Literalmente, o Bum consegue assustar e chocar o serial killer/torturador/sádico!!!

Mesmo com a tortura e toda a humilhação e terror que ele passou na mão do Sangwoo o Bum não se "curou" da obsessão, ele ainda quer o Sangwoo, e com uma intensidade que choca até o Sangwoo e ME chocou também.



Eu absolutamente AMO esse capítulo.

Eu achava que já sabia o que esperar desses dois, aí a autora vem e dá um PORRADA na sua cara e diz: VC NÃO FAZ IDÉIA! VC ACHA QUE SABE O QUE VAI ACONTECER? VC ACHA QUE ENTENDE O TAMANHO DA LOUCURA NESSA HISTÓRIA? SÓ QUE NÃO! TOMA TODA ESSA LOUCURA SEM TAMANHO!

Depois desse capítulo eu soube que não havia limites e que eu podia esperar qualquer coisa.

LOVE KOOGI FOREVER!!!

E o shipp? Eu shippo eles? Ainda não. Nesse capítulo não dá pra shippar. É loucura demais, é muita doença mental que eu precisaria de um PHD em psiquiatria para entender. Mais a frente meus sentimentos sobre eles como um casal (ou não) se definem melhor, mas nesse capítulo ainda não.

Conversas sobre Killing Stalking (1-4)

Capítulo 4 – Temporada 1

Killing me softly with his song...

A rotina doentia de um refém e seu captor se resume ao medo de morrer e surras, nesse ponto você meio que se pergunta: PQ DIABOS EU ESTOU LENDO ISSO?

Mas aí o Bum fica sozinho, olhando para a porta, pensando na possibilidade de fugir. Tecnicamente é só isso, mas foi escrito e desenhado de tal maneira que cria uma tensão e suspense que sua mão chega a suar.

(Ele vai? Vai, Bum. Não, melhor não se o Sangwoo te pega vc tá na merda. Mas são só 7 segundos, vai sim. Ai meu Deus ele ta vindo!!!)

Koogi merece uma salvas de palmas. É assim que se faz terror psicológico.

O leitor mal respira relaxado depois da tensão e ela já nos ataca de novo: “Bum vai tentar esfaquear o Sangwoo? Faz isso não Bum, ele ta preparado para isso, ele ta te TESTANDO, BRINCANDO com você!!”

Respira fundo de novo. Foi só imaginação do Bum, aconteceu nada. Tá todo mundo inteiro. Ufa.
Dois frames depois: “PELO AMOR DE DEUS BUM, LARGA ESSE VENENO, É ÓBVIO QUE ISSO É ARMAÇÃO, NÃO CAI NESSA!!!”



Não tem como negar, a Koogi tem as manhas.


Esse capítulo é literalmente uma montanha russa, sua tensão sobe e desce constantemente, quando você termina de ler ele, a sensação que eu tive é que havia acabado de me exercitar, e é um capítulo pequeno, e mesmo com tão pouco espaço a autora conseguiu criar mais suspense que muito livro de 300 páginas por aí.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Conversas sobre Killing Stalking (1-3)

Capitulo 3 - Temporada 1

Koogi começa esse capítulo nos trollando, parece estupro, mas é só flexão. :)

Um tempinho passou entre o capítulo anterior e esse, uma semana exatamente, e vemos o Sangwoo torturando o Bum tanto fisicamente quanto psicologicamente, ao ponto do Bum se mijar de dor e medo.

O primeiro capítulo foi focado no Bum, o segundo em Sangwoo, neste terceiro a autora estabelece o relacionamento dos dois. E não é bonito.

Já falei sobre o carinho/violência, né?
Sangwoo dá remédio e faz curativo no Bum e o corta e xinga a toa. Dá um banho nele, até lava o seu cabelo e o veste para chamá-lo de vadia caipira...

A regra da "escada" é estabelecida aqui, Bum pode angatinhar pela casa, mas não pode passar da base da escada, sob a ameaça de cortar o queixo do Bum...daí ele pede para o Bum sorrir.

A base do relacionamento deles será essa, Bum é o passivo que simboliza a mãe de Sangwoo, a vemos brevemente mas não sabemos nada dela ainda, e o Sangwoo é o Sangwoo, violento e imprevisível, representando o próprio pai(?)

Nesse capítulo vemos que o Sangwoo criança tinha um relacionamento carinhoso com a mãe e eu teorizei que o pai a tinha matado e o Sangwoo matou o pai. Ainda não tenho uma resposta para isso, ainda não sabemos o que aconteceu.


O ponto alto desse capítulo para mim foi a cena da ameaça de cortar o queixo do Bum. Foi tão tensa e honestamente assustadora, a expressão do Sangwoo e a forma que ele fala, calmo e racional foi perfeita. Koogi as vezes é genial e essa cena foi uma delas.

Conversas sobre Killing Stalking (1-2)

Capitulo 2 - Temporada 1

"Quem é esse? O Sangwoo que eu conheço é uma pessoa muito mais gentil."

Bum cai na real nesse capítulo e tanto ele quanto nós conhecemos quem é Sangwoo: um sádico assassino, sem sentimentos e remorsos, um tradicional serial killer.

Descobrimos nesse capitulo que três anos antes, Sangwoo ainda estava no ensino médio, (isso quer dizer que Sangwoo tem em torno de 21 à 23 anos?) quando seus pais foram assassinados, pela forma que a autora intercalou essa conversa dos policiais com imagens do Sangwoo matanto a mulher no sotão fica insinuado que ele possivilmente matou os pais e forjou uma invasão. Depois o própio Sangwoo diz que matou o pai, mas é muito de passagem e não sabemos o que aconteceu.

E o policial mais velho? Completamente iludido por Sangwoo, mas dá pra entender, ele perdeu um filho da mesma idade do Sangwoo e ele diz claramente que confunde os dois, as vezes. Faz sentido que ele não vai aceitar que ninguém fale merda do seu "filho morto". Excelente isso, para o Sangwoo) :)

Todo esse capítulo gira em torno do Sangwoo a autora nos mostra o tipo de maluco que ele é, a forma como ele menospreza a garota que ele acabou de matar e a humilha apertando os seios dela mostra para nós o nível do seu sadismo. Ele ainda não sabe como tratar o Bum, mas espera gratidão, afinal ele só está vivo graças a ele, complexo de Deus é comum em assassinos.
Koogi começa nesse capitulo um padrão que ela irá seguir por toda a temporada (e a segunda também), carinho / violência. Sangwoo faz algo que, para o Bum, parece carinho e reafirma a doença do Bum e logo em seguida vem a violência, nesse capítulo ela segue um beijo com a épica quebrada de pernas.



Eu amo esse capítulo!

Eu gosto muito do Sangwoo, não da pessoa que ele é na universo dele, mas dele como personagem criado por alguém. Já li e assisti várias histórias com/sobre serial killers, pois me interesso muito pelo assunto, e várias vezes os criadores parecem ter medo de mostrar a realidade doentia de um serial killer, o quanto violento e doentes eles podem ser, então ter todo esse capítulo dedicado a mostrar a loucura fria e racional de um serial killer me vendeu a série. Viciei.

Conversas sobre Killing Stalking (1-1)

Eu queria uma desculpa para reler toda a série, então aí vai, comentários/análise de todos os capítulos.

Capítulo 1 - Temporada 1

Esse não foi meu capítulo preferido da série, mas é talvez o capítulo mais bem desenvolvidos da série toda. São tantas informações passadas nele, todo o tom da série estabelecido, honestamente genial.
O que descobrimos sobre os personagens:

Bum é patético. É assim que a autora mostra o personagem para nós. Ele tem uma aparência suja, desleixada, emaciada, ele é pequeno em estatura e aparenta ser muito mais jovem do que é, não sabemos a idade exata, mas ele é pelo menos quatro anos mais velho que o Sangwoo, no mínimo. As olheiras do Bum são muito evidenciadas assim como sua extrema magreza, a sensação é que ela espera que nós, leitores, tenhamos asco desse personagem, apesar dele ser o personagem principal.

Sabemos que sua obsessão pelo personagem Sangwoo começa com uma troca de olhar absolutamente inocente em sala de aula. Descobrimos já aqui que ele tem histórico com roubo, que ele justifica dizendo que foi "por amor", em algum momento ele recebeu uma ordem de restrição de alguém, que ele também justifica com "por amor', vemos ele invadindo uma casa, e vemos um glimpse de um homem mais velho cometendo algum ato de violência e ele também justifica isso como 'por amor' (sabendo quem é esse senhor e o que ele está fazendo ali dá um imenso impacto em saber que o Bum justifica o que ele faz como sendo "por amor"). Por duas vezes vemos ele se masturbando, a primeira em sua própria casa e depois na casa de Sangwoo, e descobrimos que as fantasias dele são bizarras (Sangwoo, aí não..Eu não posso..) não sabemos com certeza, mas parece fantasia de violação (queria tanto ter visto rsrsrs).

Não vemos ele interagindo com outras pessoas, somente sabemos que os seus oficiais no exército não gostavam dele e praticaram bully, a única coisa que isso nos diz que ele é visto por todos como é mostrado para nós, uma pessoa que desperta asco.

Temos vários Sangwoos nesse primeiro capítulo,todos visto pelo olhar de outros personagens:  o que o Bum criou na sua cabeça; simpático, bondoso,brincalhão, gentil e amigável. Além de ser o herói que o salvou de seus oficiais. Nesse ponto sentimos pena do Sangwoo, um cara bacana que virou alvo da absessão do maluco do Bum.

Aí vemos o Sangwoo pela lente da intuição do policial Seungbae: altamente suspeito. Mas isso é baseado em nada. Um olhar. (assim como o Bum, foi só o que bastou para uma obsessão começar)
Por fim vemos o Sangwoo que ninguém conhece, que ele literalmente esconde no porão; um psicopata que sequestra, tortura e mata mulheres.


Eu desafio qualquer pessoa a não admitir que a Koogi simplesmente arrasou! É assim que se faz um primeiro capítulo, perfeita apresentação dos personagens principais, os temas são deixados bem claros o clima foi estabelecido e em um capitúlo ela já nos dá um twist.

domingo, 17 de abril de 2016

Pq eu sou Liberal?

O Liberalismo, para quem não sabe, é a posição politica que acredita em intervenção mínima na vida da população e liberdade, liberdade de opinião, crença e atitudes de modo geral, sem ferir o próximo, claro, sem quebrar as leis, mas com leis que respeitem os indivíduos. Vou explicar pq eu apoio o Liberalismo.
Dentro da ideia do Liberalismo um comerciante pode negar atendimento à um gay por motivos religiosos, (NOSSA QUE HORROR!), mas também apoia um gay ou negro a negar atendimento a um neonazista(skinhead), APOIADO! Eu quero o direito de negar atendimento a um skinhead. Quero outras coisas também.
Quero o direito de dizer que eu não acredito em Deus.
Quero fazer uma piada com quem que quiser.
Quero ser respeitada independente da opinião que expresso. 
Quero muitas coisas, quero liberdade para ser quem eu quiser. 
Tenho noção que isso significa respeitar a opinião de outros, as crenças dos outros.
Sou madura suficiente para aceitar que algumas pessoas irão se ofender com minhas opiniões, e que EU irei me ofender com a opinião de outros, mas não sou feita de cristal, fui criada para ser mais resistente do que isso, e acho que sua extra-sensilibilidade deve ser trabalhada, o mundo é um lugar cruel não espere ele mudar para te acomodar, o planeta não gira ao seu redor. 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Maria e Tom

Maria não estava bem, casa nova, escola nova, cidade nova e a consciência de que nada iria ser diferente, ainda seria somente ela e sua mãe, vizinhos apáticos, os mesmos professores desestimulantes, todos os grupos na escola, as mesmas briguinhas, as mesmas fofocas, ela ainda seria a mais nova da sala, a nerd que avançou dois anos, a que ninguém da sala iria querer amizade por ser muito nova, e não faria amizade com as menina da mesma idade, muito imaturas, sem conteúdo.

A rotina semanal continuou a mesma; acordar as 6, tomar banho, se arrumar, café da manhã com a mãe, sair, caminhar 20 minutos até a escola (a única mudança!!! e para melhor!!! odiava o ônibus escolar), aulas, intervalo na biblioteca, mais aulas, ir para casa, 20 minutos de caminhada, trocar de roupa, preparar o almoço(cuidado para não se empolgar nos livros e queimar a comida), almoçar, dever de casa (se tiver), leitura (sempre que possível e de preferência na beira da piscina), talvez um documentário, um filme (quem sabe), lanche da tarde, corrida(1 hora, faça chuva ou faça sol), tomar banho, conversar sobre o dia e banalidades com a mãe enquanto ela ajeita a janta, comer, ler mais um pouco, dormir.

Os finais de semana prometiam ser um pouco mais interessante, a cidade oferecia uma boa diversidade de praias e parques para visitar (pena que os turistas lotam as praias, mas os parques valem a pena).

Maria não compartilhava seu intenso tédio e solidão com a mãe, Eliana era uma mulher com uma história de vida impressionante, digna de filme Hollywoodiano candidato a Oscar, abandono materno, vitima de estupro, uma gravidez aos 16 fruto desse estupro(Maria felizmente parecia com a mãe e não seu pai estuprador), criou a filha com amor, batalhou para estudar e sair das garras dos programas sociais, era gentil, mas era também bastante obvia a força de seu caráter e sua forte personalidade. Maria nunca ouviu a mãe choramingar seu passado, se fazendo de vítima, culpando o mundo pelor horrores que passou, ela simplesmente vivia cada dia da melhor forma possível e criou a filha para ter a mesma força, e ela tinha, tanto que segurava o tédio e a solidão, se a mãe, com tudo que ela passou não reclamava, ela certamente não iria reclamar.

Mas, as vezes, Maria dava vazão aos seus sentimentos, não com gritos ou atitudes irresponsáveis, ela não era do tipo. Não. Maria era o tipo de pessoa que chorava, não aos soluços, mas silenciosamente, você teria que chegar perto para perceber que ela estava chorando. E ela nunca chorava na frente de ninguém. 

Logo após a mudança Maria chorou bastante, geralmente a beira da piscina, sozinha com seus livros. Mas Maria possuía vizinhos (dois até, um de cada lado) e apesar dela ouvir voz de crianças de uma das casas a outra era completamente silenciosa. Achava que estava segura, mas Eduardo Tomás(Tom), a notou.

Os filhos de Tom, Luíz(8) e Fernando(3), gostavam de passar a tarde na piscina, a esposa trabalhava horas normais e ele, como tradutor, fazia seu próprio horário, o que lhe permitia passar a tarde vigiando os meninos na piscina. Tom notou a jovem vizinha de imediato, a primeira vista a única coisa que percebeu foi o corpo(ah...homens), logo em seguida ele focou no rosto(ops, adolescente). Apesar de ser muito extrovertido e sociável, ele achou melhor esperar para se apresentar aos pais da garota primeiro e não acossar a menina(17? 18?), poderia passar uma má impressão.

Foi logo da segunda vez que viu sua nova jovem vizinha que ele achou que talvez ela estivesse chorando, era difícil dizer por entre a cerca viva e a distância. Alguns dias depois ele achou que ela chorava novamente. Curioso e preocupado, mas ainda com um certo receio de se aproximar da garota sozinha, Tom pega um binoculo de brinquedo do filho Luíz, e confirmou que ela estava sim chorando, o choro mais triste que já havia testemunhado. Expressão vazia, olhar distante, lágrimas escorrendo, nenhum movimento, somente as lágrimas e o olhar melancólico e então, do nada, ela enxuga as lágrimas, respira fundo e retorna ao livro que estava lendo, como se nada tivesse acontecido.

Tom esperou o momento certo; quando ela chegar, antes de tirar a saída de praia(precisava o biquíni minúsculo!?), e certamente antes de qualquer sinal de lágrimas. Tom acena e chama pelo maior vão na cerva viva, ela se aproxima, sem sorrir, mas simpática o bastante. Ele se apresenta, seus filhos passam quase por debaixo das pernas dele e se apresentam também, agora ela sorriu.
Maria nunca soube o que motivou seu vizinho a se apresentar, mas aquele encontro mudou tudo. Tom mudou tudo.

Nova rotina: Acordar, tomar banho, se arrumar, tomar café da manhã com a mãe, caminhada de 20 minutos até a escola, aulas, intervalo na biblioteca, mais aulas, voltar para casa de carona com Tom após ele buscar os meninos na escola, preparar o almoço(cuidado para não se perder na série que o Tom indicou e queimar a comida!!!), dever de casa(se tiver), trocar de roupa(biquíni novo!!!um pouco mais cavado na bunda do que o antigo, lindo!!!), pegar um livro, ir para a casa do vizinho, ler na beira da piscina eventualmente trocando comentários com Tom, brincar na água com os meninos(as vezes), lanchar com Tom e os meninos, voltar para casa, esperar a esposa do Tom chegar, correr com Tom(1h e 30m), tomar banho, conversar com a mãe, jantar, ler ou assistir algum filme, ir dormir.

Os dias de Maria estavam mais curtos. Ela descobriu que gostava de crianças. Ela amou debater e polemizar com Tom, quanto mais alterado ele ficava, mais devagar ela rebatia, ele ficava doido. Ela leu romances juvenis populares só para critica-los. Ela assistiu filmes populares só para critica-los. Ela aprendeu a rir de piadas idiotas. Ela não chorava mais. Maria estava apaixonada.

As noites de Tom estavam mais longas. As conversas com a esposa na mesa do jantar eram tediosas. Assistia o jornal para debater com Maria, sua Liberal de Direita preferida. Pesquisava piadas ridículas para fazer Maria rir. Inventava traduções e prazos apertados para não ir para a cama com a mulher. Passou a assistir filmes europeus. Baixava rock clássicos para passar para Maria(música clássica e dos anos 50 o tempo todo ninguém merece). Mudou a arrumação de seu escritório para poder ver a janela do quarto da vizinha sentado à mesa. Lia uma frase, olhava para a janela, traduzia uma frase, olhava para a janela, lia outra frase, janela... Dormia no sofá do escritório por medo de falar dormindo. Tom não sentia mais atração pela esposa. Tom contava as horas para a tarde chegar. Tom estava apaixonado.

Demorou para o primeiro contato, Tom queria, mas não ousava. Maria queria, mas não ousava. Alguém ia ter que ceder. 

As crianças estavam gripadas, nada de piscina, remédio e cama, Maria estava provavelmente fazendo o almoço ainda, ele ouve Depeche Mode vindo da casa ao lado e sorri, manda uma mensagem perguntando o que ela está fazendo pro almoço e se tem pra dois, ela o chama de preguiçoso(pela vigésima terceira vez) e diz que vai levar comida pra ele(de novo), eles almoçaram e aproveitando a ausência dos meninos sentaram para assistir um filme, O Homem de Ferro, Maria está tão relaxada que cochila, a cabeça apoiada no ombro de Tom. A tentação é grande, ele pára de assistir o filme completamente, e só a observa, tão perto, tão linda, são quase 4 meses de intenso desejo reprimido, mas ele se contém e contenta-se com o mínimo; muito de leve, para não acorda-la, ele passa a ponta do nariz na sua têmpora, aspirando fundo aquele cheiro particular que ele já conhecia e adorava. Ele se acomoda melhor e promete que seria só mais essa, volta com a ponta do nariz, na bochecha dessa vez, tão macia, ele só consegue pensar em quão ela era macia. Exibindo uma força que a maioria dos homens não conhece ele se afasta, e vê que Maria está com os olhos abertos o olhando de um jeito que ele já havia imaginado em seus sonhos. Mas era mil vezes mais perfeito. E indo contra sua natureza comedida Maria ergue a cabeça e o beija.  Todo e qualquer pensamento some da cabeça de Tom, não existia nada, só ela, seu gosto, seu cheiro, sua maciez, o calor do seu corpo. Eventualmente voltou a realidade(2 minutos depois? 10? quem sabe?) com a maior ereção que já teve na vida e na memória o gemido mais erótico que já tinha ouvido.

Naturalmente as coisas ficaram meio estranhas entre eles, afinal Tom era casado. Mas, não houve arrependimento em nenhuma das partes, só um aumento do, já intenso, desejo, mas os bons costumes rezam que Tom deveria se dizer arrependido e pedir desculpas e ele decidiu fazer isso. Já era tarde, a luz do quarto dela estava apagada, ele arriscou uma mensagem perguntando se ela estava acordada. Ela respondeu. Ele saiu sorrateiro e foi encontrá-la.

Tom apagou todas as luzes exteriores e pulou o portão de madeira que separava as duas garagens, Maria estava na janela do quarto com a luz apagada. Tom começou o discurso memorizado, Maria o interrompe e fala para ele pular a janela ou alguém ia acabar chamando a polícia. Assim que Tom pula a janela, os dois se encaram. Discurso esquecido, Tom dá o passo que os separam e BUM! Bocas, línguas, dentes, mãos, roupas jogadas pelo quarto, nenhuma dúvida, suspiros, gemidos, suor. Tom não a penetrou, ele a completou.

Dizem que os apostos se atraem, é um clichê que se aplica aqui perfeitamente. Maria, com sua seriedade e gostos seletos, Tom, com seu jeito falador e gosto popular. Ela com seu Q.I. muito acima da média, ele em sua normalidade banal, que causava muitos a julga-lo medíocre. Ele, cheio de bagagem e um mundo de complicações a frente, ela, na liberdade que só os jovens possuem, com um mundo de complicações a frente. Mas naquele momento nada importava. Esposas, filhos, mães, a lei. Eram só os dois, Tom, 38 e Maria, 16.

Foi a primeira noite deles, e foi perfeita. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Foi assim: Sábado a noite, Geise, Alyne e Renata amontoadas
no quarto da Renata, depois de uma ida ao Ponto Verde(boteco) sem porra nenhuma
pra fazer.... Renata tem uma idéia, Alyne não se anima, mas Geise embarca na
aventura: Escrever uma história! Mas... cada uma só podia escrever duas linhas,
depois a outra tinha que continuar.

O resultado está aí embaixo! Divirtam-se!

Vermelho: Renata
Azul: Geise


Os Jarkays

Os animais daquele lugar eram assustadores e maldosos.
Os olhos vermelhos,
dentes pontiagudos, pelos curtos, cor de amarelo
sujo, mas eram muito unidos. A guerra
estava a ponto de acontecer.
Valentine era um guerreiro forte e tinha um cavanhaque. Era
conhecido
como V e era o maior e mais violento de todos da sua espécie. Seu braço
direito, Brutus,
tão violento quanto V, era, além de guerreiro, gay.
Ninguém sabia, claro. Ele era apaixonado por V.
Brutus temia que se alguém
soubesse que ele era gay, perderia o respeito.

Os amigos estavam planejando o
ataque ao forte
inimigo. O plano seria arriscado, mas ele sempre ficava ao lado de V, se algo
acontecesse
com Brutus V o vingaria. O Forte dos inimigos, os Serpes, era
bem protegido, mas V apostava em um ataque direto
o que de fato seria
uma burrice. Brutus tentou aconselhá-lo, porém foi descartado.

O plano de V foi levado a adiante. V e Brutus montaram
acampamento com seu exército, dividindo a barraca,
foi lá que o
inesperado aconteceu! V beija Brutus. Aconteceu quando V olhava o peito

malhado de Brutus e reparava nos pelos macios. Aquilo foi uma novidade para V,
mas Brutus sabia o que fazer.
O beijo foi esquentando... V tirou as calças
de Brutus e viu o grande mastro
dele, mas não se intimidou. A noite foi
ardente e LONGA! Dormiram nos braços um do outro, acordaram um pouco tímidos,
mas sem
arrependimentos.

O som dos tambores tocava ao fundo. A grande batalha estava
perto e os arqueiros
do time inimigo já estavam à postos. Brutus estava
preocupado, pois V seria a isca, e Brutus não queria nem
pensar nisso.
Somente em imaginar a perda do amado era horrível. Brutus age, acorrenta V e
vai em seu lugar.
V ficou lívido! Os Serpes estavam batendo em Brutus!! A
sede por sangue de V atingiu o ápice, soltou-se e reuniu seus
exércitos
e partiu para o ataque. V lutou como o verdadeiro querreiro que era. Ele
procurou e não encontrou
seu amante e quanto mais irado, mais sanguinário
ficava. Por fim, vislumbrou um pelo amarelo no topo da torre
[blue] de seu
inimigo. Farejou e nada encontrou. O cheiro de Brutus era inconfundível, mas
nada de seu amante.
Quando encontrou o reastro de Brutus o seguiu desvairado
até o Vale da Morte, o encontrou ferido e amarrado, cercado por Serpes enormes.


Sua espada reluziu a luz do sol. O sangue amarelo
canário escorria pela sua lâmina. Brutus estava
a poucos metros de
distância. V não podia desistir, ele precisava revelar seus sentimentos para
Brutus, sentir seu corpo novamente
sobre o seu então correu
desesperadamente ao encontro de Brutus, porém uma grande fenda surgiu do nada.

Os magos Serpes estavam escondidos atrás de Brutus, mas V consegue saltar
por cima e em cinco movimentos mata os magos!
V se joga de joelhos ao
lado de seu amado, que estava desacordado, com vários cortes e sangrando

muito. V usou seus caninos afiados para abrir seu próprio pulso e doou seu
sangue mágico para reviver Brutus. Ele bebe
, bebe e bebe e finalmente
acorda. Era hora de evacuar a área. Quando foram pular o penhasco, caíram. A
água estava fria, porém era amiga
. Lavou o resultado da batalha e os
reanimaram. Alí, naquele vale sombrio, fizeram as doces juras de amor que
jamais quebrariam.


The end!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

30 Seconds to Mars p/ revista Inutilidade Pública

Essa entrevista é FALSA! Inventei para divertir a mim mesma e a quem compartilha do meu senso de humor. Não pague mico perguntanto se é de verdade!!!!!!!!!!!!!!!!


Nós da Revista Inutilidade Pública íamos ignorar o lançamento do novo album da banda 30 Seconds to Mars, simplesmente por que odiamos o album, mas... após toda a polêmica em cima do videoclipe Hurricane não tivemos escolha...convidamos os membros da banda para um bate papo sobre o novo album, videos clipes, turnês, etc...

Divirtam-se!!

O trio chega elegantemente atrasado, Tomo com uma aparência mendigo-cult, Shannon casual-não-mexa-comigo, e Jared com seu estilo mamãe-eu-tô-gostoso.


IP: Por que o nome "This is War"?

Jared: Porque o mundo está em guerra, a vida é uma batalha, o mundo exterior hostilisador versus o ser inconsciente-subconsciente do individuo social pensante batalhando na arena psicossomática que a mente de cada um de nós.

[Shannon olha de rabo de olho para o irmão e levanta a sobrancelha]

IP: Sei...é, hmmm e contra quem é essa querra?

Jared: Acabei de explicar.

IP: Foi é? Então tá...Continuando. Esse album demorou muito tempo para sair, valeu a pena? Saiu como vocês esperavam?

Jared e Tomo: Com certeza.

[Shannon faz uma cara de obvio desgosto]

IP: Você não compartilha dessa opinião, Shannon?

Shannon: Por que compartilharia?? Você por acaso já me ouviu tocando? Sabe o quão talentoso eu sou? E você ouviu bateria na porra desse album? Todo mundo trabalhou muito nesse album, até as fãs tem coralzinho (coisa bicha!) e eu?? Fiz porra nenhuma, depois nego vem e pergunta por que eu engordei pra caralho, ficava lá comendo enquanto o povo ralava. SACANAGEM!

IP:Hmmm ok...Proxima. O que vocês têm a dizer aos fãs que reclamaram e disseram que não gostaram deste novo album?

Shannon: Tô com eles e não abro.

Tomo: Tô nem aí.

Jared:Cito a mim mesmo "Vou quebrar seu coração te cortar em pedaços e te rasgar inteiro" "I will break your heart/Tear you to pieces and rip you apart"[Trecho de Night of the Hunter]

IP: Wow, nossa...éé...Clipes, vamos falar de clipes agora... o primeiro foi Kings and Queens... clipe bonito, muito elogiado, como foi andar pelas ruas desertas daquele jeito? E os fãs? De quem foi a ideia de convidar os fãs para o clipe?

Shannon: De quem você acha? Quem sempre tem essas ideias de merda?

Tomo: Jared.

Jared: Eu mesmo, e não ideia de merda, foi uma ótima idéia. Veja bem, o fã é o alimento da alma carente afetiva do artista, no caso, EU, o vacuo concentrado no amago da alma de todo artista/poeta precisa desse alimento figurativo que funciona como combustivel invisivel mas indivisivel, como o atomo, e indispensavel, como o ar. Metaforicamente posso comparar essa ideia com a visão da flor-de-lotus chinesa e a estrela de Davi. Sabe?

IP:......... Claro, claro, faz sentido. Vamos pular Closer to the Edge e ir direto a Hurricane...qual o sentido da letra da música? É bem complexa...

Shannon: Lá vamos nós...

Tomo: Alguém me arruma uma garrafa de uísque....

Jared: Bom... tem tudo a ver com aquela parada que eu falei antes da querra sacou? O furação(hurricane) é interno sacou? Eu tirei isso de um livro filosofico antigo de uma sociedade já esquecida, o filosofo aponta para o furacão da alma que se revela, freudianamente, em sonhos, por isso a "noite em fogo". Eu pergunto Onde está Deus na música, mas esse Deus não é o Deus biblico sacou? É o Deus nietzschiano que está morto, e foi morto por nós por isso o motim, eu falo de motim na música, é ira, ira pura, crua, o sentimento sem amarras moralistas, desses falsos moralistas de merda que...

Shannon: PELO AMOR DE DEUS!!! Deixa de ser bicha, Caralho!!! Ow, vai pra próxima pergunta. E SE PERGUNTAR SOBRE A SIMBOLOGIA DO NOVO CLIPE EU TE QUEBRO NA PORRADA!!!

IP: Claro, claro...hmm... turnês? Quando vai rolar uma visita aos países da America do Sul, os fãs querem saber.

Tomo: Por mim agente ia agora, a America do Sul é ótima, especialmente o Brasil, você já provou caipirinha? Que saudade do Brasil....

Shannon: Eu também gostaria muito de voltar, os fãs latinos são muito animados e as mulheres são lindas, mas tem um certo membro da banda que está resistindo à turnê.

Jared: Eu não estou resistindo a nada, é só que um cara como eu têm necessidades, entende? Não é fácil manter isso tudo que você tá vendo, eu PRECISO do meu personal trainner 24 horas por dia a minha disposição, eu PRECISO do meu cabeleleiro!! Vai que me dá a inspiração de pintar o cabelo de, sei lá... verde... e eu lá em São Paulo sem o meu bofe pra pintar pra mim? Não dá né... Uu, verde, gostei...[pega blackberry e começa a digitar loucamente]

IP: Sei, é claro que isso é muito importante, mas vamos falar do futuro... ainda planejam lançar mais videos desse album?

[Jared recebe mensagem]

Jared: Desculpa, mas eu tenho que ir... [resmunga: verde vai ficar ótimo..]

Shannon: ããã...pois é, então é melhor encerrar por aki, né?

IP: Ok... [cara de bunda] Obrigado pela entrevista, foi muito.......... esclarecedora. Boa sorte para vocês rapazes, até a próxima.

Tomo: Tchauzinho [arroto]

Shannon: Falou....

domingo, 9 de janeiro de 2011

Será????

Será que este ano eu volto a atualizar isso aqui???

Sei não hein....

Mas até que terei coisas interessantes acontecendo comigo e isso é sempre inspirador...

Quem sabe...

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Rafinha Natalino

2009 foi uma porcaria

O ano praticamente acabou e isso aqui ficou às moscas...

Quem sabe com um novo album do 30STM minha inspiração volte...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O amor secreto de Jared Leto.



*TEXTO FICCIONAL, ATÉ ONDE SEI NEM JADED NEM BRENT SÃO HOMESSEXUAIS E MUITO MENOS ESTÃO EM UM RELACIONAMENTO!!!*



Encontrado em um site obscuro da Internet!!


O amor secreto de Jared Leto e Brent Bolthouse.


Amar e não ser correspondido é uma das piores situações na qual um ser humano pode se encontrar. Mas não é a pior. Amar e ser correspondido, estar com a pessoa amada e não poder compartilhar essa felicidade abertamente ESSA é a pior de todas.


Durante muitos anos gays tiveram que mascarar seus relacionamentos com desculpas e falsos pretextos...mas ver isso acontecer em pleno século 21 no país com o maior número de associações pró homossexualidade é realmente chocante. Isso só prova que a liberdade de amar ainda é precária e precisa evoluir muito.


Jared Leto é um ator/cantor altamente reconhecível e seu público é composto em sua maioria de jovens de classe média. Brent Bolthouse é um empresário do entretenimento conhecido por todos os ricos e bem vindo em qualquer lugar da moda. Ambos são homens que trabalham e trabalharam duro pelo reconhecimento e sucesso e no entento sentem a necessidade de esconderem do mundo esse relacionamento que já dura mais do que muitos casamentos heteros por aí.


As primeiras fotos dos “amigos” datam de 1998!!! Isso mesmo, são mais de 10 anos!!! Logo após terminar o relacionamento de quatro anos com Cameron Diaz, Jared Leto entrou em uma roleta emocional, manteve um breve relacionamento com Scarlett Johansson e rumores de várias relações do tipo “sexo casual” com variadas atrizes, modelos e as “quero-ser-famosa” tipos.


Mas desde Cameron todo o resto serviu apenas para manter as aparências, Jared estava bem e em um relacionamento saudável e maravilhoso com Brent.




A maioria dos gays perceberam os sinais: eles iam à festas juntos, almoços, premiações e até viagens românticas ao Brasil (Em 2008, exatamente no ano em que completaram 10 anos de “amizade”). Mas por que o segredo? Será que nossa sociedade não os aceitaria?


Certamente Jared perderia várias fãs, ele bem sabe que muitas de suas fãs são “boas moças cristãs” que não aceitariam sua homossexualidade, outro grande grupo de fãs são as garotinhas “apaixonadas” pelos seus lindos olhos azuis, e elas ficariam profundamente decepcionadas com ele: “Que desperdício” elas diriam.


Sim, Jared percebe o quanto ele tem a perder saindo do armário. Mas e Brent? Por que ele não revela sua opção sexual mesmo não revelando seu relacionamento?



Um homem como ele sabe que ao se assumir iria ser usado como “modelo” pela comunidade gay, e para um homem que possui bares, boates e restaurantes esse estigma não ia cair bem. Logo ele teria tantos gays “homenageando” suas propriedades que boa parte de seus clientes de mais “respeitos” e “elitizados” parariam de freqüentá-los para evitar ficar com o estigma e/ou criar rumores sobre suas sexualidades.


Então o que fazer? Apesar da mente aberta de ambos ele se esconderam atrás da alcunha “melhores amigos” e “quase irmãos” para poderem sair e serem vistos juntos, criando uma imagem e mentira que já dura mais de 10 anos.


É com pesar que eu vejo fotos dessas duas pessoas maravilhosas e super talentosas juntas. Na página do MySpace de Brent pode-se até ver uma foto de Brent, Jared e Shannon Leto (irmão de Jared) com a legenda: Minha família. Sim Brent, nós entendemos sua dor, o desejo de ser aceito, de poder dizer para todos: Sim. Essa é a minha família, meu cunhado e meu companheiro/marido. [foto abaixo]



Desejo de coração que o dia chegue em que duas pessoas que se amem tanto quando esses dois possam falar abertamente de seus sentimentos sem temer repercussões danosas.


Fico por aqui desejando à Jared Leto e Brant Bolthouse toda a felicidade do mundo e que algum dia eles possam falar do amor que compartilham abertamente.


Paz!